Para a FNE, é imprescindível que o Ministério da Educação e o Governo iniciem o mais cedo possível a negociação com as organizações sindicais com vista ao restabelecimento das carreiras especiais dos Trabalhadores Não Docentes.
Para a FNE, é imprescindível que o Governo reconheça que tem de haver em 2019 uma valorização salarial para a Administração Pública que tenha particularmente em atenção as remunerações mais baixas, de forma a mitigar os efeitos negativos da ausência de acréscimos salariais desde há mais de dez anos e ainda dos justos aumentos do salário mínimo nacional.
Verifica-se em concreto, na Lei de Orçamento de Estado para 2018, a aprovação de legislação própria que promova a correção de distorções na tabela remuneratória da carreira geral de assistente operacional. Ora, entendemos de toda a justiça que essas correções sejam feitas também nas tabelas remuneratórias das carreiras de Assistente Técnico e de Técnico Superior.
Para a FNE, é imprescindível que os milhares de trabalhadores não docentes da educação que têm servido dedicadamente as escolas, mas precariamente, sejam integrados nos quadros do Ministério da Educação.
Para a FNE, é imprescindível que as escolas estejam dotadas, com estabilidade, do número de trabalhadores não docentes essenciais ao seu regular funcionamento.
Torna-se também inadiável a concretização de várias mobilidades, nomeadamente nas categorias de Coordenador Técnico e Encarregado Operacional. Este continua a ser um dos nossos focos emergentes, uma vez que estão há largos anos em precaridade numa carreira de substituição.
Para a FNE, é imprescindível que a gestão dos Trabalhadores Não Docentes seja das escolas, considerando inadequada a sua transferência para os Municípios.
Para a FNE, o Governo e particularmente o Ministério da Educação, têm a responsabilidade de promover a valorização destes trabalhadores.
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